COVID-19 Project Open Air: O ventilador “Made in Portugal” para a Humanidade.

02/04/2020

Os hospitais de Portugal e do mundo têm falta de camas com ventilador! O momento é agora e todos os esforços e contributos são poucos! O movimento #ProjectOpenAir fez saber que está concluída a primeira fase para o desenvolvimento de ventiladores.

A patente foi registada em nome da Humanidade, “para que nenhuma entidade possa retirar proveitos económicos”.

Sabia que apenas existem 1142 camas ventiladas disponíveis em Portugal? Neste momento, dados de 31/03/2020 existem 230 pacientes internados nos cuidados intensivos. A necessidade de ventiladores nos hospitais portugueses é uma realidade e nesse sentido um grupo de voluntários portugueses está a trabalhar num projecto cujo objectivo é produzir ventiladores de uma forma rápida e de baixo custo.

A grande mais-valia deste ventilador é que pode ser construído rapidamente com recurso a componentes baratos e de fácil acesso, o que significa que pode ser produzido em massa e em qualquer parte do mundo, a um baixo preço e com grande rapidez

É um modelo mínimo, sem a sofisticação dos habituais ventiladores pulmonares, mas que pode ser muito útil nas actuais circunstâncias e a muitos países

Custo estimado para produção do ventilador é de apenas 1000 dólares

O movimento designado de “Project Open Air”, registou a patente em nome da Humanidade, “para que nenhuma entidade possa retirar proveitos económicos desta inovação”.

João Nascimento, um dos mentores do projecto, revelou no Twitter que esta patente já é da Humanidade e que o custo de produção do ventilador deverá rondar os 1000 dólares, um valor muito baixo comparativamente ao custo dos ventiladores que podemos encontrar no mercado. Segundo uma pesquisa do, há ventiladores para quase todos os preços acima dos 10 mil euros.

Covid-19 Deslocações em dias da Páscoa limitadas ao concelho de residência.

02/04/2020

O Governo vai apertar a malha ao isolamento social da população durante os dias da Páscoa: ninguém vai poder circular fora do seu concelho de residência permanente. Carros de cinco lugares limitados a dois passageiros, excepto se forem membros da mesma família.

A limitação da circulação durante a Páscoa é uma das medidas que irão ser anunciadas esta quinta-feira, pelo primeiro-ministro António Costa, no âmbito do pacote regulamentar do decreto que renova o estado de emergência e que está a ser fechado em Conselho de Ministros.

Apurou que o Executivo decidiu que entre quinta-feira Santa, dia 9 de Abril, e a segunda-feira após a Páscoa, dia 13 de Abril, todas as deslocações dos cidadãos estarão circunscritas aos concelhos da sua residência permanente. As únicas excepções são para quem tem autorização para trabalhar.

O objectivo é conter ao máximo a circulação de pessoas durante este período habitual de reunião familiar dos portugueses.

"Não aceito libertação de presos": Ventura contra renovação do Estado de Emergência diz que China tem que ser "responsabilizada".

02/04/2020

Líder do Chega anunciou esta quinta-feira durante o debate das medidas do Estado de Emergência que vai votar contra.

O deputado único André Ventura, do Chega, manifestou hoje reservas quanto à renovação do estado de emergência, criticando a ideia de libertação de reclusos e exigindo clareza nas restrições impostas.

"O Chega entende que um estado de emergência deve ser para controlar uma pandemia e não para gerar o pandemónio nas nossas cidades e nas nossas terras", declarou o deputado André Ventura, no debate parlamentar sobre a renovação do estado de emergência em Portugal.

André Ventura defendeu que o país tem o dever "de não permitir que uma crise de saúde se torne numa crise de impunidade e de criminalidade" e por isso, acrescentou, "o Chega não vai votar a favor deste estado de emergência porque emergência é para controlar o caos e não para aumentar o caos nas nossas ruas".

O deputado começou por dizer que os poderes que o primeiro-ministro precisa "devem ser reforçados" e lembrou que o seu partido foi o primeiro a pedir o estado de emergência e o encerramento de fronteiras.

No entanto, o deputado único do Chega considerou que o que o país precisa de clareza sobre as restrições e poderes de que as autoridades dispõem para fiscalizar os abusos ao estado de emergência e criticou o facto de muitos portugueses estarem confinados em casa sem circular existindo "aeroportos abertos sem qualquer controlo sanitário" onde chegam pessoas "oriundas de países onde a pandemia é fortíssima".

"O que o Chega nunca vai aceitar e não poderá aceitar é a libertação de presos das nossas cadeias, por muito que nos digam que são medidas pedidas pela ONU [Organização das Nações Unidas], medidas de humanidade", reforçou.

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