Setúbal pára Covid-19 pela primeira vez desde há 6 dias.

28/03/2020

Esta sexta-feira não foi registado qualquer caso de contágio no concelho. Mas, cada vez mais, é importante ficar em casa

Pela primeira vez desde há seis dias, o concelho de Setúbal não registou qualquer caso positivo de Covid-19 mantendo assim um total de 13 infectados que apresentava na véspera.

A situação epidemiológica no concelho conheceu nesta sexta-feira um dia de estagnação no concelho sadino, de acordo com os dados revelados na actualização diária do município de Setúbal, que apela ao resguardo da população em casa.

Setúbal apresenta assim um caso recuperado, seis em internamento hospitalar e outros seis em convalescença em casa.

Covid-19. Bastonários das ordens dos Médicos, Enfermeiros e Farmacêuticos acusam Costa de faltar à verdade.

28/03/2020

Os bastonários das ordens dos Médicos, Enfermeiros e Farmacêuticos vão escrever esta quarta-feira uma carta endereçada a António Costa na qual criticam as afirmações feitas durante a entrevista que concedeu à TVI.

Além de dizerem que o primeiro-ministro faltou à verdade, vão transmitir que os profissionais de saúde ficaram particularmente descontentes porque têm de prestar diariamente cuidados sem os equipamentos de proteção individual necessários - os mesmos que têm sido constantemente prometidos e que continuam sem chegar aos hospitais.

Em entrevista concedida segunda-feira à TVI, o primeiro-ministro António Costa garantiu que "até agora não faltou nada e não é previsível que venha a faltar" na capacidade do sistema de saúde para enfrentar a pandemia de covid-19, mas nos últimos dias avolumaram-se as queixas de profissionais de saúde em relação à falta de equipamentos básicos de proteção. Na pergunta que fez ao primeiro-ministro, o jornalista Miguel Sousa Tavares recordou que o Presidente da República disse no discurso que fez ao país: “Ninguém vai mentir a ninguém. Isto vos garante o Presidente da República.”

António Costa disse o seguinte na entrevista: "Até agora não faltou nada e não é previsível que venha a faltar o que quer que seja. Houve um reforço de número de 1000 médicos e 1800 enfermeiros. Temos 1142 ventiladores e a margem é ainda muito significativa. E estamos a adquirir: pagámos ontem 10 milhões de dólares por 500 ventiladores da China”. E lembrou ainda os vários contributos dos privados.

Os relatos que chegam no terreno não coincidem com a declaração do primeiro-ministro. Técnicos, enfermeiros e médicos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) estão sem os equipamentos de proteção individual necessários quando prestam assistência à população. Várias equipas em todo o país receberam apenas duas toucas e seis máscaras de papel, que não garantem proteção adequada contra o novo coronavírus. A situação é de tal modo grave que em alguns hospitais estão já a surgir apelos para que as ambulâncias de emergência não saiam para prestar socorro aos doentes.

Mas está longe de ser a única lacuna. Ainda esta segunda-feira de manhã, a Ordem dos Médicos apelou a todas as entidades que disponham de equipamentos de proteção como máscaras, viseiras e luvas, desde fábricas a oficinas ligadas à indústria automóvel, que as cedam aos profissionais de saúde para colmatar os "problemas de stock" que atualmente existem a este nível nos hospitais.

Também a Ordem dos Enfermeiros denunciou a "flagrante" falta de material para a defesa pessoal dos seus profissionais de saúde. No domingo, a bastonária Ana Rita Cavaco contou mesmo que há enfermeiros a trabalhar com máscaras de mergulho que trazem de casa.

A denúncia de falta de máscaras já veio também da rede de cuidados continuados e de várias instituições de solidariedade social, nomeadamente lares, que são neste momento uma das maiores preocupações no que diz respeito a focos de contágio.

As lacunas não se resumem, no entanto, apenas aos equipamentos de proteção individual. São conhecidos os constrangimentos na Linha SNS24, com elevados tempos de espera e um grande número de chamadas que ficam por atender por falta de profissionais para o atendimento. O mesmo se passa na Linha de Apoio ao Médico, multiplicando-se os relatos de clínicos que esperam horas para conseguir chegar à fala com esta linha para validação de casos suspeitos.

A própria Organização Mundial da Saúde já disse que nenhum país do mundo está suficientemente preparado para enfrentar uma pandemia como a que vivemos.

Avião com material médico voltou da China sem reagentes e ventiladores.

28/03/2020

O avião da Hi Fly que aterrou, esta sexta-feira, em Lisboa com material médico para ajudar Portugal a mitigar a pandemia de covid-19 chegou apenas com 24 das 35 toneladas previstas, faltando os reagentes para testes e os ventiladores.

Fonte da transportadora disse à agência Lusa que o carregamento de reagentes para os testes à doença provocada pelo SARS-CoV-2 e ventiladores ainda não estava pronto para ser enviado e, por isso, a aeronave apenas voltou com 24 das 35 toneladas previstas.

A mesma fonte acrescentou que está agendada uma segunda viagem na próxima quinta-feira, 2 de abril, para ir buscar o material em falta.

O Airbus A340 da Hi Fly aterrou, esta sexta-feira, no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, pelas 20.10 horas, constatou a Lusa no local.

A bordo da aeronave vieram materiais para ajudar o país a combater a propagação da covid-19, como por exemplo luvas, máscaras e fatos de protecção.

Inicialmente, a companhia aérea anunciou que previa transportar os reagentes para os testes e os ventiladores, o que não se veio a concretizar.

O avião da Hi Fly partiu de Lisboa na quinta-feira com destino a Xangai, na China, e regressou ao início da noite desta sexta-feira.

O Airbus A340 tinha numa fase inicial previsto fazer esta viagem na última sexta-feira, mas, segundo fonte da companhia, questões relacionadas com autorizações das autoridades chinesas e logísticas, dado que o material teria de estar todo no mesmo local para ser carregado para o avião, atrasaram a viagem.

O voo, que foi fretado pela Mirpuri Foundation -- fundação ligada à família proprietária da Hi Fly -, conta ainda com o apoio de diversas entidades públicas e privadas.

A Fundação fez ainda um donativo adicional de 100 mil euros para viabilizar esta operação.

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